Assessoria de investimentos é furada? Saiba como identificar os melhores assessores

Você já foi em um restaurante que você tinha a opção de escolher todos os ingredientes para o seu prato, mas com tantas opções você acabou se atrapalhando nas escolhas e optando por algum pronto, ou escolheu alguns ingredientes e no final não ficou tão bom porque você não conhecia as combinações que dariam certo?

Gato confuso

Basicamente é isso que acontece quando você começa a investir, são tantas opções, tantas promessas que buscam ter uma melhor rentabilidade e “investimento fácil” que fica difícil saber para onde ir ou até mesmo por onde começar.

O restaurante é um exemplo claro que ter muitas opções não nos garante a melhor escolha, os investimentos ficam perdidos entre tantas possibilidades. 

De modo a evitar essa confusão para os investidores, existem os assessores de investimentos que buscam opções aos clientes que desejam começar a investir. Porém, nem sempre todos os assessores estão em busca do que é melhor para você, deixando algumas pessoas com o pé atrás.

Isso porque há um passado não muito distante, existiam os gerentes de bancões (ainda existem), e as recomendações feitas por esses profissionais eram somente em seu benefício e o da própria instituição, portanto você só conseguia investir nos produtos que o banco oferecia. Já pensou, se ainda fosse assim? 

Com a “internet” e a descentralização das informações isso mudou um pouco, o que permitiu que corretoras de investimentos vendessem produtos que não são necessariamente montadas ou geridas por elas, com a possibilidade de o investidor a ter acesso a diversos outros produtos. 

O que é transformador para o investidor pessoa física, não é mesmo? Poder ter acesso a diversos tipos de investimentos com um assessor que te auxilia te apresentando as melhores escolhas.

O assessor trabalha 100% para te apresentar e fornecer orientações sobre o mercado financeiro, as opções em renda variável e renda fixa e explicar como funcionam os produtos disponibilizados. 

Sim, parece mesmo ser muito bom. Porém, alguns casos não são bem assim que funciona. Por conta do incentivo de mercado, muitos assessores de investimentos, ou agentes autônomos de investimentos são remunerados por uma comissão pelos produtos que eles vendem. 

Por exemplo, na situação do assessor te apresentar um fundo de investimento. Para ele existem duas opções:

  • Um fundo com a rentabilidade de 10% e paga 0,2% para o assessor
  • Fundo B com rentabilidade de 8% e paga 0,4% para o assessor

Dessa forma, o cliente ainda não tinha como saber se o assessor estava sugerindo um produto porque era o melhor para o perfil do cliente, porque ele recebia comissão por isso. 

Isso não transforma o assessor de investimento de corretoras em picaretas ou que vai te colocar em uma furada. Porém, ele age mais como um vendedor. É o típico de quando você faz uma viagem e o agente de turismo te indica um restaurante.

Não porque o restaurante combina com você e sim porque está pagando alguma comissão para ele (sim, isso acontece). O problema muitas vezes não está no profissional, mas sim no sistema de incentivos que acaba enviesando os profissionais. É do jogo, como dizem. 

Então, estamos todos perdidos? 

Calma, se você ainda se sente perdido para investir saiba que ainda tem uma solução pensada  totalmente nos seus investimentos.

Para mudar esse modelo de mercado, algumas empresas começaram a aderir ao modelo 3.0

Uma nova forma de investir, onde o investidor é o centro das soluções. Nesse modelo, ele tem acesso a investimentos validados por uma equipe técnica de analistas, ou seja, quem entrega os resultados e conversa com o investidor é um “técnico” e não um vendedor. 

A forma de remuneração desses profissionais também difere. Ao invés de receber por produto indicado, ele tem um fixo e olha para carteira de investimentos em prol da rentabilidade e não da comissão.

Isso acontece também com fundos, em que, a corretora estabelece uma taxa  a receber independente de qual ativo o investidor irá aplicar o seu dinheiro. Dessa forma, você tira o incentivo e mitiga o conflito de interesse.

Assim, o investidor terá a certeza de que está investindo em produtos em prol dos seus interesses e não da instituição. Se você ainda não conhece corretoras que fazem isso, eu te convido a clicar nesse link e marcar um horário com um especialista de investimentos da Vitreo. Eles podem ser sua ponte para o mercado financeiro, sem conflito de interesse.   

Além disso, independente de qual opção você irá escolher, o ideal é que as metas para os seus investimentos sempre estejam claras, e que você procure estudar o mercado, entender melhor os produtos oferecidos para você que se adequem à sua realidade. 

Ainda, tão importante quanto investir, é acompanhar seus investimentos e por isso que o Real Valor está aqui para te ajudar a ficar de olho se o ativo sugerido foi o melhor para sua realidade ou não. Você pode baixar ele pelo android ou ios e ainda usar na versão web. 

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