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7 dicas essenciais para começar a investir em ações da Bolsa de Valores

Quer investir em ações da Bolsa de Valores e não sabe por onde começar? Neste texto, vamos te dar dicas valiosas para que você seja capaz de fazer boas escolhas ao iniciar sua jornada como investidor do mercado de ações. Vamos lá?

Antes de começar a investir, saiba como funciona o mercado de ações da Bolsa de Valores

A bolsa de valores é o ambiente onde ocorre a compra e venda de ações e outros ativos. Antigamente, era de fato o lugar onde as pessoas faziam as negociações, hoje em dia é tudo feito pelo computador ou aplicativos.

Por conta dessas negociações acontece o “sobe e desce” que você vê nos jornais todos os dias. Petrobras, Magalu, Itaú… São exemplos das mais de 400 empresas brasileiras negociadas na B3 (Bolsa, Brasil, Balcão), como é chamada a nossa Bolsa. E o que “sobe” ou “cai” são os preços das ações negociadas.

Mas afinal, o que são ações?

Ações são “pedacinhos” de uma empresa. Quando uma empresa resolve abrir seu capital em bolsa, no processo chamado de IPO, ela divide a empresa em (muitas) pequenas partes.

A Oferta Pública Inicial (IPO) serve para que a empresa capte dinheiro e consiga investir na operação, com objetivo de crescer. Quem compra essas partezinhas é chamado de acionista

Se você está lendo este texto, provavelmente quer se tornar um acionista, certo? Saiba aqui em detalhes o que são ações e por que investir nelas.

Como faço para comprar uma ação? 

Antes de tudo é preciso abrir conta em uma corretora autorizada a operar no pregão para investir na B3. Ela intermedeia a operação toda, recebendo as ordens de compra ou de venda e executando estas operações na Bolsa.

Mas e por onde fazer isso? Como dissemos no início no texto, antigamente, você precisaria ir pessoalmente até uma bolsa ou ligar para um corretor, também conhecido como Broker, e entrar em contato com o setor de ações.

Hoje em dia, para sua sorte, dá pra fazer tudo pelo Home Broker, pela internet. Esse sistema permite que você negocie ações e outros ativos pela tela do seu celular. Nele, também é possível monitorar cotações em tempo real de ativos e ações e verificar o andamento e a execução das ordens dadas por você.

Preciso de muito dinheiro para ser um acionista?

Não! Não há um valor mínimo para investir em ações. Porém, no mercado comum, é preciso comprar lotes compostos por pelo menos 100 ações. Por exemplo: digamos que você quer investir nas ações do Itaú (ITUB4), que hoje custam R$ 25,81. Então, terá que desembolsar pelo menos 2.581 reais e, assim, comprar um lote de 100 ações.

Achou muito caro? Então, você tem a alternativa de comprar pelo mercado fracionário. Desta forma, é possível comprar poucas ações (por exemplo ITUB4F) e não o lote padrão, com 100. No mercado fracionário, você consegue comprar de 1 a 99 ações.

Assim, os lotes ficam mais baratos. Mas este tipo de compra de ação tem suas particularidades, como menor liquidez, então vale refletir sobre qual a melhor opção de acordo com seus objetivos.

7 dicas para começar a investir em ações da Bolsa de Valores

Separamos 7 dicas para que você comece sua caminhada como acionista com o pé direito. Confira:

1. Construa uma reserva de emergência

Ter uma boa reserva de emergência é essencial. Antes de pensar em metas financeiras ambiciosas, melhor garantir o básico! Assim, você estará preparado para infortúnios como perda de emprego, problemas de saúde, acidentes…

Os especialistas recomendam que sua reserva de emergência seja suficiente para cobrir aproximadamente 6 meses do seu custo de vida. O ideal é colocar seu dinheirinho reserva em um investimento seguro e com alta liquidez, para que seja possível sacar logo que necessário.

Parênteses para explicar liquidez de forma fácil: é o quão rápido um investimento se transforma em dinheiro na sua mão.

E se eu não construir?

Agora, vamos imaginar que você tem um conhecido, o João, que não leu nossas dicas sobre como começar a investir na Bolsa. Ele não montou sua reserva de emergência e foi logo investir todo o dinheiro disponível em ações.

Só que João acabou perdendo o emprego, ficou sem grana e teve que tirar o dinheiro das ações em um péssimo momento do mercado. Ou seja: ele não conseguiu manter sua estratégia e perdeu dinheiro!

2. Descubra seu perfil de investidor

Existem 3 perfis de investidores: o conservador, o moderado e o arrojado. O conservador preza acima de tudo pela segurança e quer correr menos riscos. O perfil moderado busca um equilíbrio entre segurança e nível de rentabilidade. Já o arrojado não tem medo de nada: o importante é ter a chance de lucrar muito, mesmo com grandes riscos.

É essencial descobrir o seu perfil para que suas aplicações façam sentido. Por exemplo: se o seu perfil é arrojado, não faz sentido que todo o seu patrimônio esteja em um CDB pré-fixado. Saiba mais sobre o seu perfil de risco aqui.

E se eu não descobrir?

Vejamos o exemplo do nosso personagem João. Ele não refletiu sobre seu perfil de investidor e colocou todo seu dinheiro suado na ação de uma empresa.

Entretanto, por algum motivo de mercado, a ação acabou caindo e João, ao invés de esperar, acabou tirando seu dinheiro todo, pois não aceitava perder nem 1 real em busca de retorno. Dessa forma podemos deduzir que ele não tinha um perfil arrojado que aceita correr riscos.

3. Escolha uma boa corretora

Escolher uma boa corretora tem um forte impacto no seu retorno, pois algumas oferecem produtos com mais rentabilidade e não cobram taxas.

Existem corretoras que oferecem cashback como a Vitreo. Além disso, não cobra taxas de abertura, manutenção, corretagem nem custódia. A corretora é confiável, pois possui todas as certificações necessárias para atuar e tem mais de R$ 13 bilhões de patrimônio sob custódia.

E se eu não escolher bem?

Algumas corretoras podem cobrar para abrir conta, ter taxa de corretagem e custódia e isso faz com que os seus custos aumentem. Ou seja: já perdeu dinheiro antes mesmo de começar a investir!

4. Estude a empresa que você quer comprar

Conhecimento nunca é demais. Se informe sobre o histórico e a atual situação da empresa que você deseja ser “sócio”. A companhia possui um histórico consistente? Tem perspectivas favoráveis de longo prazo? Como o cenário macroeconômico pode afetá-la?

A análise fundamentalista é uma das principais ferramentas que os investidores utilizam para poder escolher quais empresas querem investir.

Mas vale contar com uma ajudinha profissional também. Uma dica é seguir as recomendações da série Melhores Ações da Bolsa. Assinada por 116 mil pessoas, a carteira da série já acumula rentabilidade de 27,61% acima do Ibovespa.

A carteira é gerida por uma equipe de especialistas que diariamente procuram as oportunidades mais lucrativas e com o maior potencial de valorização entre os mais de 400 papéis listados na B3.

Ah, também é importante estudar o mercado financeiro como um todo, não só as empresas em que você está de olho, viu?

E se eu não estudar?

João, aquele velho conhecido que não leu nosso texto, saiu investindo por aí aleatoriamente porque ficou sabendo de uma dica quente. Ele se empolgou quando viu que a ação havia subido bastante nos últimos meses.

Só que como ele não estudou a empresa nem o mercado, não sabia que lucros passados não são garantia de retorno futuro. O problema disso é achar que a empresa pode voltar a subir, mas sem ter fundamentos para isso.

5. Diversifique seus investimentos

Diversificar na Bolsa de Valores é quando a composição da sua carteira de ações inclui empresas de setores, tamanhos, históricos e potenciais diferentes. Fazendo isso, mesmo que uma de suas ações caia muito, ela pode ser “compensada” por outras que subiram. Ao distribuir o capital em empresas diferentes, os riscos são diluídos.

Além disso, é importante diversificar de forma internacional e é possível fazer isso na Bolsa de Valores brasileira com BDRs e ETFs.

E se eu não diversificar?

Imagine que João decidiu diversificar a sua carteira, porém só considerou empresas diferentes, sem se dar conta de que elas eram do mesmo setor.

Vou dar um exemplo pra ficar mais claro: digamos que em 2019 ele investiu todo seu dinheiro em companhias aéreas como Azul e Gol. São de fato duas empresas diferentes, mas do mesmo setor. Em 2020, esse setor foi fortemente atingido pela pandemia, que fez com que os preços das ações caíssem. Isso prejudicou João, que tinha sua carteira exposta apenas a esse setor.

6. Cuidado com o efeito manada

O efeito manada é, basicamente, o ato de se comportar seguindo o grupo sem saber muito bem o porquê. Na Bolsa, acontece muito por conta de movimentos especulativos.

Geralmente ocorre quando muitas ordens de venda de um papel fazem seu preço cair. Com o preço caindo, há quem corra para vendê-lo o mais rápido possível também e muitas pessoas acabam realizando prejuízo.

Como evitar o efeito manada? 

A primeira coisa é entender o que está fazendo com que aquele papel esteja caindo: é uma questão de mercado ou aconteceu de fato alguma coisa na empresa que justifique a perda de valor?

Caso seja do mercado, entenda o que está acontecendo e se for passageiro não se desespere. Essa é uma boa hora para você aumentar sua posição nessa ação, por exemplo. Assim, você evita o efeito manada e ainda compra uma ação na baixa. Entretanto, se você entender que é algo da empresa e é irreversível, realize prejuízo e parta para a próxima.

Tome cuidado para não cair na armadilha do efeito manada. Não importa se todo mundo está comprando ou vendendo. Como diria sua mãe, você não é todo mundo! Saiba tudo sobre o efeito manada aqui.

7. Acompanhe suas ações

As ações fazem parte da categoria renda variável. Diferente da renda fixa, esse tipo de investimento varia o tempo todo! Investir em ações e esquecer delas é algo muito perigoso. Por isso, inclua na sua rotina o hábito de monitorar seus investimentos.

Para isso, use o Real Valor, um aplicativo super útil que consolida todos os seus investimentos em um lugar só de um jeito simples. O app é gratuito e está disponível para IOS, Android e Web. Com ele, você pode acompanhar aplicações feitas em qualquer banco ou corretora.

E se eu não acompanhar?

Nosso exemplo negativo de sempre, João, compôs sua carteira no começo do ano e só foi lembrar dela de novo na metade do ano. Resultado do João? Várias oportunidades de lucro perdidas e muitas perdas que poderiam ter sido evitadas. Afinal, “quem não mede, não gerencia”!

Ao acompanhar seu portfólio de ações com frequência, você fica no controle dos seus investimentos e do seu dinheiro.

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