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Barganhas na Bolsa: Para analista, está aberta a oportunidade de lucrar mais de 100% com ações

“Compre ao som dos canhões e venda ao som dos violinos”: essa é uma frase que qualquer pessoa que trabalha (ou que tem interesse) no mercado financeiro conhece. Em meio a uma crise política, o Ibovespa perdeu todos os seus ganhos de 2021 e, mais do que isso, chegou ao seu pior nível em 12 anos quando se leva em consideração a relação Preço / Lucro.  

Após o presidente Jair Bolsonaro elevar o tom em 7 de setembro, ameaçando a harmonia entre poderes, abrindo brecha para um Impeachment, ele recuou com a carta intitulada “Declaração à Nação”. Nela, ele afirmou que respeita a Constituição e que, às vezes, se porta de maneira “contundente”. 

Mesmo assim, a Bolsa brasileira ainda está ecoando os sons dos canhões. 

“Qualquer margem de tolerância foi esgotada, de modo que qualquer rusga entre os poderes resultará em custos políticos altíssimos. Não há mais espaço para grandes conflitos”, afirma Max Bohm, analista da Empiricus. 

A crença da maior casa de research do Brasil, no momento, é que toda a Bolsa brasileira está precificando uma enorme crise – que, agora, tem menos chance de explodir. 

“Se você, assim como eu, não acredita em ruptura fiscal ou institucional, você deveria estar comprando agora, enquanto está barato.”

E muitos dos grandes  investidores estão aproveitando a queda (os canhões) para ir às compras. Segundo dados prévios divulgados pela B3 (B3), estrangeiros ingressaram em agosto com R$ 1,14 bilhão na bolsa brasileira e com R$ 1,2 bilhão nos oito primeiros dias de setembro.

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Para você ter uma noção, neste momento, o Ibovespa tem uma performance pior, ao se avaliar a relação entre preço e lucro, do que tinha no auge da crise do governo Dilma. Além disso, o índice está com um valuation pior do que na crise do Subprime, em 2008. 

É claro que, além da crise política, há outros agravantes para a economia brasileira no momento. Crise hídrica, commodities recuando, aumentos dos impostos – mesmo assim, para o analista da Empiricus, não é possível comparar o momento em que estamos com aquilo que foi registrado em 2008, quando a economia mundial como um todo quase colapsou. 

Você consegue ver a diferença entre as duas situações? 

A entrada de estrangeiros divulgada na prévia da B3 mostra um cenário em que grandes investidores internacionais ignoraram todo o ruído político e decidiram investir em boas empresas. 

Enquanto isso, brasileiros se apavoraram. Muitas pessoas físicas venderam ações e resgates de aportes em fundos obrigaram, inclusive, grandes gestoras a diminuírem posições em boas companhias, mesmo sem motivo para isso – o que, mais uma vez, abre uma gama de oportunidades. 

“Entendemos que é hora de aproveitar a queda nos preços para comprar ações de qualidade”, diz Bohm. 

Pensando nisso, o analista liberou acesso gratuito por sete dias a sua carteira “Melhores Ações da Bolsa”. Basta clicar aqui. 

Crise abre oportunidade única de compra

Outra frase muito conhecida – essa pelo público em geral e não apenas no mercado financeiro – é: “Depois da tempestade, vem a bonança”. Olhe no gráfico abaixo e veja como se deu a recuperação do Ibovespa após os períodos críticos de 2008 e 2015, sinalizados em vermelho. Como você pode ver, as altas foram mais do que consideráveis. 

Banco do Brasil (BBAS3) subiu 264%, Copasa (CSMG3) avançou 156,9%, Itaúsa (ITSA3) teve alta de 133,6% e a Petrobras (PETR4), 126%. Tudo isso em um ano. Essas foram as valorizações de algumas ações registradas entre 2008 e 2009, quando o Ibovespa estava precificado em níveis como os atuais.

E é necessário mencionar que naquela época o risco era, como já mencionado, maior. Era uma situação de crise mundial, com grandes bancos quebrando. Hoje não há nada disso e, mesmo assim, a Bolsa está oferecendo um prêmio alto, com uma recompensa semelhante a de 2015 e até mesmo a de 2008, para aqueles que toparem investir.

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Quem comprou algumas ações em 2008 e segurou para o longo prazo registrou altas ainda mais espetaculares: algumas chegaram a 900%. É isso mesmo – quem aproveitou a crise para ir às compras viu, em cerca de dez anos, R$ 1 mil se transformar em R$ 9 mil, R$ 10 mil em R$ 90 mil, e por aí vai. 

“É justamente em momentos de crise que as maiores chances de lucros surgem. Não estou garantindo nada, nem menosprezando os riscos, mas na minha visão eles já foram precificados”, afirmou Bohm. 

E, para o analista, o temor ainda foi exagerado. “Assim que a percepção de risco diminuir, os preços devem caminhar para os seus valores pré-crise”. 

E essa opinião não é apenas de Bohm. Em carta publicada no começo de setembro, a Verde Asset, do renomado Luis Stuhlberger, afirmou que “o mercado está barato”. Eduardo Câmara Lopes, chefe de investimentos da Itaú Asset, foi no mesmo caminho: “Ruído político e ruído fiscal fazem parte do dia a dia. Nem considero como risco e é por isso que os ativos brasileiros são muito baratos”, disse em entrevista ao Valor.

Crise está se dissipando e Ibovespa já registra melhora

Na última semana, discussões sobre as reformas administrativas e tributárias voltaram a caminhar, indicando que o pior da crise política já passou (ou essas pautas não avançariam). 

Ainda na Câmara, o Governo Federal também avança na procura por maneiras de tentar diminuir o problema dos precatórios, o que deve aliviar o cenário fiscal. 

Já nesta quarta-feira (22), a gigante chinesa Evergrande anunciou um acordo para evitar uma pequena parte do seu possível calote, acalmando, pelo menos temporariamente, o mercado. 

Também hoje, o FMI afirmou que a economia brasileira está se saindo “melhor do que o esperado” e, ao contrário de algumas instituições, manteve a projeção de crescimento para o país.

As nuvens da tempestade, então, podem estar começando a dissipar… 

Momento para agir é agora

Além de investidores internacionais, as próprias companhias brasileiras aproveitaram o momento para recomprar suas ações. Não foram poucos, por isso, os programas de recompra de papéis anunciados no último mês: BR Malls (BRML3), Magalu (MGLU3), MRV (MRVE3) e várias outras empresas. 

“O mercado fica nessa de ninguém quer, ninguém quer, chegam grandes players ou as próprias companhias e raspam tudo”, afirma Felipe Miranda, estrategista-chefe e CIO da Empiricus. 

Os preços descontados, lembra Miranda, abrem ainda grandes chances de grandes aquisições e fusões – que também costumam fazer os preços dispararem. “Olha o que aconteceu com a Log-In (LOGN3), por exemplo”, disse, em menção a compra da companhia de logística pela suíça MSC – que fez a ação disparar quase 40% em um único dia. 

Essas interpretações de grandes investidores se dão, como já mencionado, pela relação entre preço e lucro favorável. 

No segundo trimestre deste ano uma série de empresas brasileiras registraram lucros recordes. JBS (JBSS3), Gerdau (GGBR3), Vale (VALE3), BTG Pactual (BPAC11), entre outras.

Mesmo as que não bateram recordes tiveram, em geral, bons resultados. A XP Investimentos apontou, em levantamento, que 55% das companhias do Ibovespa superaram o consenso do mercado quando o assunto foi lucro operacional. Outros 15% vieram em linha e apenas 29%  dos balanços vieram abaixo. A tendência, então, foi positiva. 

Saber diferenciar as companhias que estão surpreendendo – e que vão continuar – das que não, porém, é necessário. “Nem todo desconto é uma oportunidade. Alguns podem esconder armadilhas. Mas as empresas de qualidade sobreviverão e os preços das boas ações vão se recuperar”, afirmou Bohm. 

“Trata-se de uma chance histórica de comprar ações de empresas sólidas e muito lucrativas pagando bem menos do que elas realmente valem”, diz Bohm.

Para o analista, porém, há muitas companhias no Brasil que têm um modelo de negócio robusto e que, agora, estão com muito dinheiro em caixa. 

O analista aponta, porém, que é impossível afirmar agora que o Ibovespa já tocou a sua mínima no ano. O medo generalizado pode continuar por enquanto. “O que eu quero dizer é que num horizonte de médio e longo prazo, esse valuation não será mais visto”, explica. “Em momentos de turbulência a irracionalidade impera. Ações boas e ruins caem, sem muita distinção”. 

Em 2015, por exemplo, ele relembra que a Empiricus sofreu por alguns meses após recomendar a compra de ações no auge da crise do governo Dilma. Porém, não demorou muito e o “bull market” veio. 

Assim como não é possível prever a mínima, também não há como saber se a tendência de queda acabou. “A questão é que está barato. Alguém pode falar que ‘vai esperar os 100 mil pontos’ para comprar isso nunca vir. Para mim, a oportunidade tem de ser aproveitada agora”, completa Bohm.

De olho nisso, como já mencionado, Bohm está disponibilizando a sua carteira a todos por uma semana de forma gratuita. Quem não quiser continuar acessando após esses dias, basta cancelar o acesso e nada será cobrado. 

A crença de que o momento é bom, entretanto, fez o analista lançar o desafio: se a carteira não tiver lucro nos próximos 12 meses quem assinar as recomendações agora pagará o ano, mas terá acesso a carteira de forma vitalícia de forma gratuita. 

Há sim, no Brasil, problemas atualmente. A questão, para a Empiricus, é que as companhias recentemente trouxeram bons resultados e a queda atual, apesar de o momento não ser dos melhores, não é justificada – não há porque o Ibovespa estar em situação pior do que esteve em crises como a de 2008 e 2015. Logo isso deve ser percebido.

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