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Depois de bater os US$ 55 mil, bitcoin não é a cripto que mais pode se valorizar em 2021

O Ibovespa azedou no começo da semana com a intervenção do governo na Petrobras, mas a ‘segunda bolsa’ de criptoativos seguiu em alta – com ativos subindo até 470% só neste ano e uma moeda com gatilhos de alta superiores ao do bitcoin, na carteira de criptos que já acumula mais de 1200% nos últimos três anos

Enquanto investidores da B3 viam seu patrimônio cair com a intervenção do governo na Petrobras pesando sob todo o Ibovespa, o bitcoin animou os investidores na semana passada ao sair dos US$ 47 mil de segunda-feira (15) para mais de US$ 57 mil no domingo (21). 

Só do primeiro dia do ano até agora foram cerca de 95% de lucro – e, olhando para um espaço maior de tempo, esses números surpreendem ainda mais: só nos últimos 12 meses, a alta foi de 493%.

O bitcoin, porém, é fichinha perto de algumas outras criptomoedas. Enquanto ele levou um ano para quintuplicar patrimônios, algumas altcoins (moedas fora do radar) multiplicaram de sete a 30 vezes o dinheiro dos investidores no mesmo período. Confira alguns exemplos:

  • Uniwap: 730% 
  • Ren: 1.566%
  • SushiSwap: 1.506%
  • Terra: 3.000%

Até mesmo as que não performaram tão bem quanto o bitcoin entregaram lucros satisfatórios, como a 0x, que subiu 450%. Mas não vou falar de todas aqui. Afinal, existem mais de 8 mil criptoativos,lucro passado não é garantia de ganho futuro e já existem outras criptomoedas com potencial de entregar multiplicações desse nível daqui para frente.

Já vou te contar mais sobre elas, mas antes você precisa saber que muitas delas são estruturas de finanças descentralizadas (DeFi), que existem há cerca de três anos. Oriunda do inglês Decentralized Finance, a sigla se refere a serviços financeiros parecidos com o que estamos acostumados a ver no mercado tradicional, como empréstimos, seguros, transferências, pagamentos etc. 

A diferença é que tudo se dá 100% por criptoativos distribuídos em  plataformas de blockchain, como a Ethereum, e sem vínculo com bancos, seguradoras ou outras instituições. Mas calma: assim como com ações você não precisa ser cliente da empresa listada em bolsa, com as DeFi você também não precisa movimentar dinheiro nas plataformas

Basta comprar os tokens (como os tickets desses ativos são chamados) em reais, sem abrir conta no exterior. 

“Quando olhamos para o setor de DeFi em sua completude, pensamos em fortes altas. No ano passado, os ativos relacionados ao segmento subiram 2.460%, de acordo com a Messari, e este ano já se valorizaram 368%. Além disso, atualmente existem 95 projetos com tokens que podem ser considerados partes desse ecossistema”, explica o especialista em criptomoedas André Franco.

Eleito uma das 50 pessoas mais influentes do tema no Brasil pela Cointelegraph Brasil Top50, Franco é responsável pela carteira Crypto Legacy, que acumula 1226% de lucro com as criptomoedas DeFi mais promissoras do mercado – a maioria fora do radar, mas com fundamentos sólidos de alta.

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Lucros de 100%, 300%, 500%, 1000% são comuns no segmento DeFi

Dados mostram que as DeFi são uma tendência para o futuro. Segundo um estudo da Binance Research, o crescimento dessa tecnologia foi de 2.300% no ano passado, totalizando um milhão de usuários. Além disso, o valor investido nesta modalidade passou de US$ 697 milhões no fim de 2019 para US$ 16 bilhões em 2020. Hoje, esse número já passa dos US$ 40 bilhões.

Em 10 de dezembro de 2020, André Franco indicava uma altcoin DeFi do setor de derivativos que, daquele dia até esta segunda-feira (22), subiu cerca de 300%. Um mês depois, ele indicou um outro token do segmento de jogos com alto potencial de valorização. Não deu outra: a cripto já subiu mais de 110%.

Agora, com um ganho acumulado de 1216% nos últimos três anos na carteira, sendo mais de 100% só neste ano, ele está recomendando a compra de uma cripto do setor DeFi focada no segmento de empréstimos, com maior potencial de alta do mercado para 2021.

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A DeFi fora do radar que já subiu mais de 400% desde o começo de 2021 – e pode estar só no começo…

O futuro promissor desses sistemas está em sua dinâmica inovadora, capaz de colocar em xeque os padrões bancários atuais. Como as DeFi são descentralizadas, elas não têm nenhum vínculo com bancos, seguradoras ou plataformas de crédito. Tudo funciona de indivíduo para indivíduo, tornando mais prático para as pessoas movimentarem dinheiro por essas plataformas, sem precisar de intermediários.

Além disso, eles estão ganhando cada vez mais força. Basta olhar para o aumento crescente de capital travado nas estruturas descentralizadas. A injeção de dinheiro nessas plataformas está passando por altas exponenciais diante das melhorias dos sistemas, o que aumenta a liquidez e, consequentemente, impacta no valor de seus tokens no mercado cripto. 

Claro que lucro passado não é garantia de resultado futuro, mas basta olharmos o bitcoin para pensarmos o que isso pode significar no futuro. Quem dez anos atrás deixou de colocar pelo menos R$ 5 na moeda – ainda pouco conhecida, assim como as DeFis são hoje – perdeu a oportunidade de transformar o valor em cerca de R$ 200 milhões. 

Confira o crescimento desse mercado:

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“Até julho do ano passado, o valor travado não tinha passado a marca de US$ 2 bilhões e, a partir daquele mês, as coisas se aceleraram e tivemos uma nova guinada em janeiro deste ano. Isso impactou diretamente os preços dos tokens de DeFi que, desde julho de 2020, tiveram uma grande alta e, em janeiro, foram igualmente impactados pelo crescimento dessa métrica. Isso aconteceu em todas as vertentes de finanças descentralizadas (empréstimos, DEXs, derivativos e pagamentos)”, explica André Franco.

Nesse cenário, quem se destaca é um token que representa uma plataforma de empréstimo. O criptoativo já entregou multiplicações de mais de 16 vezes desde que foi indicado por André Franco na série Crypto Legacy, em julho de 2020, sendo mais de 400% só entre 1º de janeiro e segunda-feira (22), graças aos fundamentos que ele possui. 

Ele se tornou um queridinho da comunidade DeFi devido às suas melhorias e ferramentas, que ajudaram o ecossistema das finanças descentralizadas a se desenvolverem como um todo, com empréstimos relâmpagos e delegação de crédito sem depender de bancos.

Funciona assim: um usuário que deseje rentabilizar um ativo, como o bitcoin, o coloca a serviço da plataforma em um agregado (“pool”) de liquidez e recebe um percentual variável por sua contribuição. Do outro lado, um outro usuário deseja tomar emprestado bitcoin e, por regra, precisa deixar outro ativo como garantia, digamos Ethereum

“O crescimento desse tipo de protocolo é inegável e a quantidade de dinheiro travado nos dez principais protocolos cresceu 244% em 2020. Atualmente possui US$ 1,75 bilhão travados”, afirma André Franco. 

Esse crescimento e a alta gradual que ele vem apresentando é fruto de melhorias que estão resolvendo os principais problemas da rede do Ethereum, como custo e velocidade das transações.

“Olhando a evolução do protocolo ao longo do ano passado e também dos últimos seis meses, vemos uma plataforma cada vez mais madura que tem potencial para ser um pilar fundamental do novo ciclo DeFi e dos novos produtos criados. Por isso, seguimos otimistas com a plataforma e com a valorização desse token para 2021”, explica Franco.

“Esses ativos são como uma segunda bolsa, mas com o diferencial de ser uma verdadeira máquina de fazer milionários”, compara Franco. “Os números mostram que investir somente na bolsa de valores tradicional é como se alimentar de migalhas enquanto um verdadeiro banquete é servido ao seu lado. Quem perceber isso cedo o suficiente vai mudar de vida”, completa.

E basta comparar os números para entender o que ele está falando. Enquanto muitos se contentaram com lucros de no máximo 120% de valorização de ações da bolsa brasileira em 2020, como foi o caso da Weg (WEGE3), outros abriam sorriso com as altas exponenciais na casa de até 1200% das criptomoedas nos últimos sete meses. 

Se a bolsa de valores cai, criptomoedas podem ser um ponto de equilíbrio e valorização para a sua carteira

Além disso, enquanto o Ibovespa tropeçava com crescimentos tímidos nos três últimos meses de 2020, a carteira de Franco – que conta com um dos maiores históricos de ganhos desse mercado atualmente – entregou ganhos de 20,33, 33,34% e 19,35% no período.

Esses valores mensais batem a performance anual do Ibovespa (3%) em 2020 e a de alguns dos índices mais importantes do mundo no período, como o Dow Jones (6,84%) e S&P 500 (15,86%). Ou seja, os criptoativos dentro de uma estratégia balanceada pode potencializar muito mais seu patrimônio.

Claro que uma modalidade não descarta a outra, mas você pode estar perdendo tempo se não expõe pelo menos de 1% a 5% do seu patrimônio neste mercado. Afinal, ele não para de crescer, com destaque para a cripto que mais pode subir em 2021 na avaliação de André Franco.

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A Delphi Digital, uma casa americana de pesquisa de ativos digitais, montou um estudo com uma carteira composta majoritariamente por ações e títulos de dívida (bonds) e foi reduzindo gradativamente a alocação em ações e adicionando bitcoin. 

O resultado encontrado é que um portfólio com 3% em bitcoin apresentou uma melhora no índice de Sharpe (razão entre volatilidade e retorno) e um menor drawdown máximo (maior queda de preço apresentada em um período):

“Note que foi encontrado nesse portfólio-teste um ponto ótimo para a razão risco/retorno. O portfólio em questão foi o que sofreu o menor drawdown máximo também”, explica André Franco.

O exemplo é só com o bitcoin. Mas imagine se fosse com um portfólio composto também por altcoins promissoras, que tendem a se valorizar muito mais em ciclos de alta? O retorno poderia ter sido ainda maior. 

Nada é garantido e ninguém tem bola de cristal para prever o futuro, mas os lucros da carteira de altcoins poderiam ser o suficiente para transformar algumas centenas em milhões, garantindo a sua aposentadoria precoce e o futuro da sua família.

Governo canetou, derrubou os mercados e desvalorizou seu patrimônio? As criptomoedas não estão nem aí

Um outro ponto que reforça esse caráter de “segunda bolsa” é o fato de eles serem descorrelacionados da bolsa tradicional, o que é fundamental para seu portfólio. Afinal, vivemos num país de moeda exótica e política estável, na qual qualquer canetada pode mexer com seu patrimônio e gerar um efeito dominó a ponto de derrubar o mercado.

Basta olharmos a recente intervenção de Jair Bolsonaro na Petrobras, pedindo a demissão do então presidente da petroleira, Roberto Castello Branco, para colocar o general da Marinha Silva e Luna no cargo. Bolsonaro também afirmou que “vai meter o dedo” nas empresas de energia elétrica. A postura mexeu com o mercado, que entrou em queda.

O bitcoin e outras criptos (que historicamente sobem muito mais que a “moeda mãe”), porém, seguiram em alta, renovando as máximas, independentemente de qualquer posição do governo. 

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