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Ex-funcionários de Mark Zuckerberg criam uma nova criptomoeda que está prestes a dar um novo salto. Baixe relatório e confira

O Bitcoin está “preso” em uma zona de indecisão depois de uma queda de quase 50% no seu preço após a China banir a mineração da moeda no país. Por isso, os grandes investidores procuram novas alternativas para lucrar no curto prazo no mercado de criptomoedas e parecem ter encontrado essa alternativa em um novo projeto.

O mercado de criptomoedas vai além da especulação. Alguns projetos possuem aplicações reais, que podem mudar o curso de toda uma cadeia econômica, alterando os meios de consumo e até o funcionamento da internet, como uma nova criptomoeda está fazendo.

Alguns anos atrás, funcionários de grandes empresas, como Google, Facebook, Amazon, Microsoft, Apple e outras gigantes do mundo tecnológico, se reuniram para criar uma nova tecnologia com um objetivo claro: descentralizar a internet e tirar o poder das mãos das chamadas Big Techs. 

Em um primeiro momento pode ser difícil entender os motivos que fazem isso ser tão importante, mas, quando olhamos de perto, vemos que, mesmo uma tecnologia tão grande quanto a internet, ainda pode melhorar (e muito). 

Hoje, os grandes servidores que armazenam dados de tudo que acontece nesse ambiente pertencem às grandes corporações. Inclusive, os seus dados são armazenados e comercializados entre essas empresas.

Veja, no Facebook, por exemplo, todas as suas informações como localização, local de trabalho, preferências e até suas curtidas são dados pessoais seus. Mesmo assim, o Facebook utiliza todas as informações que possui sobre você para que outras empresas possam chegar até você por meio de anúncios direcionados.

Na internet, o produto é você 

Mas o que pode ser utilizado para fins “inofensivos” também pode ser utilizado para outras coisas, como aconteceu recentemente no escândalo envolvendo o Facebook e a empresa Cambridge Analítica, acusada de utilizar os dados coletados na rede social para manipular as eleições de diversos países. 

Se nossos dados podem ser utilizados para manipular até as eleições, obviamente eles valem muito dinheiro, por isso, foi considerado como o novo petróleo do mundo pelo CEO da Mastercard, Ajay Banga.

A ideia da nova criptomoeda desenvolvida pelos ex- funcionários das grandes techs é criar uma “nova internet” onde a descentralização seja a palavra-chave. Onde os seus dados estejam seguros e longe das mãos das grandes corporações. 

Isso abre caminho para a criação de empresas descentralizadas oferecendo serviços melhores, mais seguros e até mais baratos. 

Novas redes sociais já estão sendo criadas dentro desta nova internet e nelas, inclusive, é possível até que os usuários sejam pagos em dinheiro pelo conteúdo que criam ali dentro. 

‘Se nós não tivéssemos construído esta tecnologia, alguém construiria… É inevitável que isso aconteça’.

a entrada da nova criptomoeda

Projeto financiado por um dos maiores fundos do Vale do Silício

O código de criação desta nova tecnologia estava sendo desenvolvido por uma Fundação Suíça, na qual os ex-funcionários das grandes techs reuniram diversas pessoas ligadas à tecnologia com o respaldo de um dos fundos de investimento mais relevantes do Vale do Silício, o lendário Andreessen Horowitz. 

Fundado e dirigido pelo brilhante Mark Andreessen, investidor número 10 no ranking da Forbes de Tech Top Investors, e Ben Horowitz, investidor e empresário, o fundo possui um amplo portfólio de acertos quando o assunto é tecnologia. 

Eles investiram em empresas, como Skype, Twitter, Airbnb, GitHub, Coinbase, Buzzfeed e a mais recente delas, Clubhouse, a rede social que se tornou febre nos últimos meses.

Mas também foram eles que acreditaram na descentralização da internet proposta pela fundação e fizeram os primeiros aportes de capital para financiar o desenvolvimento da tecnologia. 

Quer saber mais sobre criptomoedas? Conheça a série do André Franco e fique pro dentro deste universo.

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