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Qual a diferença entre AUM (Assets Under Management) e AUC (Assets Under Custody)? Entenda

Se você acompanha o noticiário financeiro e faz investimentos, já deve ter se deparado com os termos AUM (Assets Under Management) e AUC (Assets Under Custody), que, em bom português, se traduzem em “ativos sob gestão” e “ativos sob custódia”, respectivamente. 

Os termos podem causar uma certa confusão no investidor e é importante entender a diferença entre eles. A seguir, explicamos tudo que você precisa saber sobre o assunto. 

O que são Assets Under Management (AUM)?

Traduzidos como “ativos sob gestão”, os AUM são o conjunto de todos os ativos que uma instituição administra ‒ ações e títulos, por exemplo. 

Trata-se do volume financeiro de todos os ativos que compõem suas estratégias dos fundos de investimento, carteiras administradas e outros produtos. 

Cada instituição (bancos e gestoras de recursos ou assets) tem um cálculo próprio para o AUM, por isso, é importante entender o que está por trás do número antes de fazer comparações entre diferentes empresas. 

O valor de mercado total dos ativos sob gestão é comumente usado para avaliar a representatividade e eficiência de uma gestora no mercado.

Muitos investidores consideram que quanto mais alto o AUM, maior a competência da empresa para gerir e administrar ativos.

É importante lembrar que a gestão de ativos só pode ser feita por instituições credenciadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

O que são Assets Under Custody (AUC)?

Os ativos sob custódia são o conjunto de recursos investidos nos produtos que instituições financeiras oferecem. As instituições financeiras, como bancos e corretoras, funcionam como custodiantes e também precisam ser reguladas pela CVM.

As custodiantes negociam em nome do cliente, quando ele dá a ordem para tal, diferente do que acontece nas gestoras de recursos (assets management), nas quais o gestor tem autonomia para tomar decisões de investimento. 

As assessorias de investimentos ou escritórios de agentes autônomos também têm ativos sob custódia que representam os produtos que eles venderam no mercado. No entanto, essas instituições estão apenas na ponta comercial e não podem fazer a gestão dos recursos. 

O que é custódia? O que faz uma custodiante?

De forma bem simplificada, a custódia é um serviço de guarda. Os títulos e ativos são depositados em nome do investidor, mas ficam sob responsabilidade da instituição custodiante, que os mantém em segurança.

A instituição custodiante, portanto, é aquela responsável por guardar os ativos financeiros e negociá-los conforme determinação do cliente. O investidor pode mudar sua instituição a qualquer momento que desejar. Exemplo: se você desejar trocar de corretora, não precisa vender todos os seus títulos e ações e depois comprá-los de novo. Você pode solicitar a troca de custódia e pronto. 

A custódia oferece confiabilidade ao mercado financeiro, já que o investidor tem a certeza de que seus ativos estão sendo mantidos de forma segura por uma instituição responsável e regulada nacionalmente. 

Qual a principal diferença entre AUM e AUC?

Agora que você já sabe o que são “ativos sob gestão” e “ativos sob custódia”, é importante pontuar qual a sua principal diferença, na prática.

As instituições financeiras, como gestoras de recursos, têm poder discricionário sob os AUM, ou seja, elas podem administrar esses ativos conforme suas teses de investimentos. É o que acontece quando um investidor compra cotas de um fundo, por exemplo. Ao virar cotista, depositando uma certa quantia, o investidor delega ao gestor a responsabilidade de comprar e vender ativos, visando bons retornos. 

Isso não pode acontecer com os AUCs, já que o papel da instituição é apenas guardá-los para você e não tomar decisões sobre a administração deles. Imagine se você tem um determinado lote de ações e sua custodiante resolve vendê-los sem sua autorização… essa prática é absolutamente proibida. 

Qual a diferença entre gestor e assessor de investimentos?

Os papéis dos gestores e dos assessores de investimentos estão diretamente ligados aos AUMs e aos AUCs, respectivamente. 

O gestor é o profissional responsável pela alocação de investimentos. Geralmente é uma pessoa que tem vasta experiência profissional no mercado financeiro, que compra e vende ativos de acordo com teses de investimentos bem fundamentadas e que visam trazer retornos satisfatórios para os clientes. Quanto à remuneração, o gestor recebe a partir da taxa de administração dos fundos. 

Já o assessor de investimentos, também chamado de agente autônomo, atua na intermediação comercial entre o cliente e os produtos da instituição financeira. É como se ele fosse um “vendedor do mercado financeiro”, que recebe comissões pelos produtos vendidos. O assessor, apesar de ter conhecimento técnico para explicar sobre todos os ativos disponíveis, não pode indicar investimentos.

Conheça a melhor maneira de acompanhar os seus ativos

Saber a diferença entre os ativos é importante para entender melhor o mercado financeiro e também o noticiário. Além disso, ter noções de AUM e AUC pode ser útil para avaliar gestoras e custodiantes. 

Outro ponto importante dentro do mundo dos investimentos é acompanhar a performance dos seus ativos. Foi para isso que surgiu o Real Valor, aplicativo moderno e prático para monitorar o resultado da sua carteira de investimentos. O app é totalmente gratuito e pode ser baixado em todos os smartphones.

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