Ele ficou “maluco”: chefe de corretora que trouxe a corretagem zero para o Brasil, agora quer pagar R$ 4.400 para você operar na bolsa; saiba como

Se você é mais antigo no mercado financeiro, deve se lembrar dos calafrios causados pela expressão “taxa de corretagem” quando ia operar na bolsa.

A taxa é simplesmente uma mordida que sua corretora dava no seu dinheiro por cada operação de renda variável efetuada, como trades ou negociação de compra e venda de ações. Essa cobrança poderia ser um valor fixo, de R$ 10 por ordem, por exemplo, ou mesmo um percentual, de até 0,5% do valor movimentado.

Tudo isso ficou no passado. Em 2018, quem deu o pontapé inicial para acabar com a taxa de corretagem no Brasil foi Marcel Andrade, hoje head de renda variável da Vitreo, mas à época operador de mesa na Clear. A ideia de abrir mão de uma parte relevante das receitas da instituição foi inspirada em um exemplo vindo do exterior.

“A Robinhood [corretora famosa por popularizar o mercado financeiro nos Estados Unidos] tinha feito um movimento parecido e cresceu muito, ganhando uma enorme base de clientes, porque abriu o mercado para o varejo, trouxe o pequeno investidor para operar a bolsa”, explica Andrade em entrevista ao Money Times.

Economista e sociólogo de formação, Marcel já foi sócio das principais plataformas de investimento do país e tem mais de 12 anos de experiência no mercado financeiro.

Chamado de “maluco” no início, ele avalia que a proposta, embora tenha gerado certa desconfiança no Brasil, inclusive dentro da própria empresa, acabou provando seu sucesso ao longo do tempo.

“Da mesma maneira que nos Estados Unidos, tivemos uma entrada muito grande de investidores menores na bolsa brasileira. À época, tínhamos cerca de 1 milhão de CPFs cadastrados na B3. Hoje, são mais de 4 milhões”, avalia.

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A visão de Marcel era a de que o modelo cobrado de taxas acabava criando uma barreira de entrada muito grande para operar na bolsa. Isso somado ao baixo índice de educação financeira do brasileiro praticamente inviabilizava uma popularização da renda variável.

“O ticket médio do investidor na bolsa hoje é de menos de R$ 1.000. Imagine pagar uma taxa de R$ 10 apenas para fazer uma movimentação, independentemente de ganho ou perda. É como sair perdendo 1% logo de cara”, explica.

O modelo fez tanto sucesso que a concorrência acabou sendo obrigada a aderir para não ver sua própria base de clientes virar pó. Tanto que hoje a corretagem zero é praticamente um pré-requisito na hora de o investidor escolher uma corretora.

Inclusive, a política de taxas de uma companhia se tornou um importante ponto de observação para o investidor antes de abrir uma conta. Afinal, os ativos negociados, sejam ações, índices ou produtos de renda fixa, são praticamente iguais em qualquer plataforma. Passou-se a olhar, portanto, para os seguintes aspectos:

  • Disposições legais: vinculada e autorizada pelo Banco Central a CVM;
  • Credibilidade no mercado;
  • Transparência e boa experiência;
  • Cobrança de taxas;
  • Benefícios extras

A Vitreo, por exemplo, atende a todos esses requisitos, oferecendo até mesmo plataformas profissionais e calculadora de IR, sem falar no carro-chefe para traders: a corretagem ao contrário.

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Além de não pagar taxa de corretagem, agora o investidor será pago para operar na bolsa de valores

O sucesso da corretagem zero abriu caminho para uma nova revolução no mercado. Isso porque o Marcel acabou de lançar, na Vitreo, o conceito de corretagem negativa.

A ideia, ao contrário do nome, é extremamente positiva para o investidor. Ela é chamada de “negativa” porque é menor do que zero, ou seja, o investidor recebe para fazer suas operações.

“Entendo que é justo que a corretora abra mão de parte dos seus lucros e partilhe isso com o cliente, que é quem possibilita a geração desses resultados. Queremos mudar essa percepção de que a corretora é um ‘peso’ obrigatório, mas sim que o investidor se veja como um sócio, um parceiro”, sintetiza Marcel.

A ação funciona da seguinte maneira:

  • A cada mini-índice (WIN) operado, o investidor recebe R$ 0,03;
  • A cada mini-dólar (WDO), o valor do depósito é de R$ 0,10;
  • O valor é limitado a R$ 100 por dia para cada produto – e o total pode chegar a R$ 4.400 por mês.

Essa mudança está alinhada com o DNA da Vitreo, que tradicionalmente compartilha parte dos seus resultados com o investidor. Um bom exemplo são as frequentes ações de cashback realizadas pela plataforma.

“É algo tão vantajoso que naturalmente trará muitos investidores, sejam novatos ou sejam clientes de outras corretoras, para a Vitreo. E, com isso, o mercado será obrigado a se movimentar e fazer o mesmo – o que será ótimo para o investidor”, avalia Marcel.

RESGATE ATÉ R$ 4.400 POR MÊS OPERANDO COM A VITREO

Tá de brincadeira, né? Onde é que a Vitreo lucra nessa história?

Qualquer investidor mais tarimbado já se deparou com a máxima de que “não existe almoço grátis”. Como é possível então que, além de já ter renunciado a parte de suas receitas com a corretagem zero, a Vitreo ainda pague para o investidor executar as suas operações?

A questão é que não há pegadinha. A corretora segue tendo outras fontes de receita com o clientes, como na possibilidade de oferecer outros produtos de investimento fora da bolsa de valores e mesmo atuando como contraparte das operações, o que também gera uma remuneração.

A realidade é que existe, sim, uma diminuição da margem, mas longe de ser um pacote de bondades, é uma ação para atrair novos clientes e conquistar a confiança plena dos atuais, através de um posicionamento justo e transparente.

Sobre o risco de baixar a margem e ver os concorrentes fazer o mesmo no futuro, Marcel é enfático:

“Vai acontecer. A Clear tinha 50 mil clientes ativos antes de implementarmos a corretagem zero. Hoje, tem quase 1 milhão. Quem inova, mesmo perdendo margem, usufrui de um crescimento muito grande em termos de participação de mercado”.

Clicando no botão abaixo, você será direcionado para uma página segura e poderá acessar todas as informações para participar desse movimento pioneiro da Vitreo que transformará a vida do investidor brasileiro.

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