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Você muito provavelmente já se deparou com o termo Default na sua vida. Ele pode ser aplicado em diversos contextos diferentes, mas hoje meu objetivo é te mostrar o que ele significa quando se trata de mercado financeiro.

Vem comigo!

O que é Default?

Um Default ocorre quando uma pessoa, física ou jurídica, não cumpre com suas obrigações financeiras. Um exemplo disso é o pagamento de uma dívida.

default gerado pelo financiamento

Atualmente, muitas pessoas lidam com financiamentos nos bancos e acabam entrando em acordos onde existe a obrigação de fazer o pagamento das parcelas periodicamente.

Quando uma pessoa não consegue fazer esse pagamento, podemos falar que ela está inadimplente ou que ocorreu um Default.

O termo Default acaba sendo mais usado quando estamos tratando de países não pagando suas dívidas, sejam elas internas ou externas. É o clássico termo “calote”, mas de uma forma mais formal.

São várias as vezes que um país acaba não conseguindo pagar suas dívidas. Já passaram por situações como essa países como Grécia, Argentina, Venezuela, e por aí vai…

É importante ressaltar que Default não é sinônimo de “não vai mais pagar o que deve”. Um descumprimento temporário do acordo pode já ser suficiente para gerá-lo.

Nesses casos, o pagamento pode ser completado com juros ou, em situações mais extremas, pode ser feita uma solicitação de renegociação completa da dívida.

O que é feito quando ocorre um Default?

Entre países

Na teoria, a dívida de um país é relativamente mais segura.

Mesmo assim, vemos Defaults acontecendo entre diferentes territórios, como mencionei lá em cima. Quando isso acontece, não existem muitas alternativas, provavelmente uma das partes não vai receber o dinheiro e é aí que vemos algumas soluções mais extremas surgindo, como a renegociação das dívidas.

Em financiamentos

Se pensarmos agora no exemplo da pessoa que se endividou com um banco e não conseguiu pagar o financiamento, a história é outra.

default a partir do endividamento com banco

Uma atitude que as instituições financeiras realizam é tomar o bem que está sendo financiado. Quando isso acontece, a organização pode colocar o bem em leilão com o valor inicial da oferta sendo o mesmo valor presente no financiamento.

Resumidamente, caso ocorra um Default no mercado de crédito, ainda existem formas de recuperar o dinheiro emprestado.

Envolvendo empresas

Quando uma empresa entra em Default com vários credores, é feita uma fila imaginária onde todos receberão os valores acordados. Normalmente, quando isso acontece, as empresas entram com pedido de falência.

Se o pedido for aceito, os bens da organização acabam sendo negociados em leilão ou são vendidos pela justiça.

Envolvendo bancos

Imagine que você tenha R$150.000,00 aplicados em CDBs de uma instituição financeira. O que aconteceria se esse banco quebrasse e, consequentemente, ocorresse um Default?

Muitas pessoas acreditam que todo o dinheiro seria perdido, mas não é o que acontece na prática.

No Brasil, os bancos têm a obrigação de se filiar com o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para realmente funcionarem. O FGC tem como principal objetivo dar mais segurança para pessoas e empresas que colocam seu dinheiro nessas organizações.

A segurança dele é de até R$250.000,00, ou seja, caso ocorra um Default, ele garante aos clientes do banco uma restituição de até esse valor.

Dessa forma, no exemplo dos R$150.000,00, todo o valor seria recuperado caso o banco entrasse em falência.

FGC salvando em situações de Default

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