O Bitcoin está vivendo um Bull Market? Essas 4 criptomoedas entregaram retornos de até 31.614% em 2021; veja novas oportunidades

Na semana passada, vimos o Bitcoin, a maior criptomoeda em circulação no mercado, atingir US$ 66 mil– máximas históricas. O ativo operava, no dia, com valorização de mais de 6% em 24 horas, e já acumula impressionantes 131% de valorização no ano. Nem parece que o crash de maio aconteceu.

Esses números são indicativos de um momento muito positivo no mercado das criptomoedas. Alguns analistas, como André Franco, um dos analistas especializados em cripto mais influentes do país, vê a movimentação do BTC como um sinal de que estamos diante de um bull market (do inglês, tendência de alta). 

Por que o Bitcoin tende a subir?

Isso porque, tal qual o dólar para economia global, o Bitcoin pode ser considerado um termômetro do mercado. Pense dessa forma: quando olhamos para o mercado tradicional, o dólar é um bom indicativo de como está a economia mundial– até regional, quando comparado à moeda de cada país.

Com o Bitcoin, funciona de maneira similar: quando seu preço sobe, investidores passam a olhar com otimismo para o mundo cripto, especialmente porque seu preço é extremamente sensível aos acontecimentos do mercado.

Quais acontecimentos são esses? Vamos explicar. 

O ano de 2021 tem sido agitado para o bitcoin. Depois da correção que iniciou em maio, logo depois da última máxima histórica, a cripto voltou com força, e um dos motivos, sem dúvidas, foi a notícia do 1° ETF de Bitcoin nos Estados Unidos, que começou a ser negociado no dia 19 de outubro, terça-feira.

Ele era aguardado há anos pela indústria, e mostra como o mercado está ganhando mais confiança das economias tradicionais e amadurecendo. No dia seguinte à decisão, o BTC atingiu o marco dos US$ 66 mil: o que reitera como isso influenciou o mercado.

Claro, uma máxima como essa não acontece da noite para o dia. O ETF sem dúvidas influenciou muito o preço no curto prazo, mas no médio prazo as coisas já estavam indo bem para o criptoativo. 

Isso se deve, especialmente, pela situação do mercado tradicional. Com a economia global em crise, os olhos se voltam cada vez mais para o bitcoin como um excelente investimento, reserva de valor e um refúgio contra a inflação. 

Pense no Brasil: enquanto algumas projeções do mercado acreditam que o BTC chegará a valer US$100 mil até o final do ano, há especialistas que também acreditam que a Selic irá bater os 8,25%, e que a B3 terá uma queda de cerca de 8%. 

Com a inflação alta e o Ibovespa acumulando amargas perdas, os investidores buscam cada vez mais alternativas para proteger seu capital– e é aí que as criptomoedas entram em jogo. Hoje, o BTC está se mostrando tão importante quanto o ouro em uma carteira diversificada.

Somado a tudo isso, historicamente, o final do ano é um momento bom para o mercado cripto. Claro que retornos passados não são garantias de retornos futuros, mas há fundamentos que demonstram que essa tendência pode se repetir também este ano.

Devido a isso, algumas teses cripto estão explodindo, e ‘dando um banho’ nos ativos tradicionais da Bolsa

Até agora, falamos apenas do Bitcoin. Mas seu comportamento influenciou– e muito– o mercado como um todo, especialmente a tese das finanças descentralizadas (Defi) e os NFTs, sigla que significa tokens não fungíveis, em inglês, que são ativos digitais únicos.

Defi, as criptomoedas que podem mudar o sistema financeiro

As criptomoedas DeFi são um dos principais motivos pelos quais as criptomoedas têm ganhado cada vez mais confiança entre instituições financeiras tradicionais. Seus protocolos trazem segurança e confiabilidade às transações que acontecem no blockchain (uma espécie de “livro contábil” que registra as transações em cripto), desmistificando a ideia que criptomoedas não são uma tese séria. 

Investidores têm olhado atentamente para os criptoativos inseridos neste contexto e para as DeFi em si. Observe o investimento nestas, de novembro do ano passado até agora:

 DeFi Pulse

Já são mais de US$ 100 bilhões investidos. No começo de novembro, este valor mal chegava a US$ 20 bilhões.

NFTs: a prova de que dá para lucrar com arte e games

Os NFTs também estão bombando. Com a popularização destes tokens no mundo da arte, música, esportes e games, a modalidade está revolucionando a forma como pensávamos muitos processos da modernidade.

Até celebridades como Snoop Dogg, Tom Brady, Paris Hilton e Mila Kunis embarcaram nessa onda, negociando seus próprios NFTs e arrecadando dinheiro para os mais variados projetos.

Esse mercado movimentou US$ 2 bilhões no primeiro trimestre deste ano, montante mais de 20 vezes superior ao observado nos três meses anteriores e 131 vezes todo o dinheiro movimentado entre janeiro e março de 2020. 

Além de estarem ganhando muita visibilidade este ano, a curiosidade de conhecer esses protocolos, influenciados pelo cenário de alta, faz com que as previsões sejam bastante otimistas.

As verdadeiras beneficiadas foram algumas criptomoedas menores, que ‘pegaram carona’ com o BTC e tiveram valorizações impressionantes

Inseridos nas teses acima, muitos criptoativos se beneficiaram das altas do BTC e do bom momento do mercado. 

Claro, é importante dizer que estas não são microcoins– as criptomoedas a seguir são negociadas a volumes impressionantes, e já tem visibilidade no mercado. É apenas um comparativo quando pensamos nas gigantes do mercado, como Ethereum e Bitcoin. 

Nesta linha, separamos algumas criptos promissoras indicadas pelo André Franco, especialistas de criptomoedas da Empiricus:

AXS

Esse token de governança se tornou um caso de sucesso do mercado cripto. Do desconhecimento à valorização de 31.614,23% no ano até o momento, analistas acreditam que o AXS pode entregar ainda mais até o final de 2021.

Isso mesmo: caso você tivesse investido apenas R$100 no ativo no início de 2021, teria mais de R$ 31 mil na sua conta hoje:

Cotação AXS do dia 01/01/2021 até 29/10/2021. (Fonte: CoinMarketCap)

Se você nunca ouviu falar neste ativo, ele está inserido dentro da categoria das gamecoins, NFTs que existem dentro da realidade de jogos e que podem ser comprados também por investidores.

O Axie Infinity, jogo no qual está inserido, durante o terceiro trimestre, se tornou a coleção mais negociada de todos os tempos, ultrapassando as coleções de NFT de primeira linha. Até o momento, o Axie gerou mais de US$ 2,5 bilhões em volume de negócios. 

O Axie Infinity, app descentralizado com tokens não fungíveis (NFTs) no blockchain Ethereum, permite que jogadores possam criar, lutar e negociar criaturas digitais chamadas de Axis, que são parecidas com Pokémons. (Imagem: Reprodução/ Axie Infinity)

Ele foi um catalisador para a modalidade “play-to-earn” (do inglês, jogar para ganhar) em que jogadores, literalmente, ganham dinheiro por jogar esses games. 

E esse é o principal motivo pelo qual ele se mostra uma alternativa muito interessante de investimento: pioneiro na modalidade, o jogo promoveu uma verdadeira revolução na forma como pensamos os videogames. 

A popularidade do Axie Infinity está atraindo cada vez mais investimento neste conceito de play-to-earn, e investidores estão injetando cada vez mais dinheiro na tese. Somados com o momento positivo do mercado, o token pode entregar ainda mais ganhos até o final do ano.

Uniswap (UNI)

Na terça-feira (26), a Uniswap, uma das exchanges descentralizadas mais conhecidas no mercado de criptomoedas, ultrapassou o marco dos US$ 500 bilhões:

Volume transacionado na Uniswap (Fonte: Reprodução/ Coin Times)

Idealizado pelo criador da Ethereum, a criptomoeda está inserida em um protocolo extremamente promissor. 

Com a Uniswap, qualquer pessoa pode ser um arbitrador entre tokens usando o blockchain, o que diminui a diferença de preços em mercados pequenos e dá incentivos para o equilíbrio entre os preços de ativos usando blockchain e corretoras centralizadas. 

Por trazer uma proposta inovadora, a atenção dos investidores se voltou neste último ano para a UNI, token do projeto. De janeiro para cá, o criptoativo já atingiu mais de 460% de valorização– com as movimentações do mercado, ele também pode ser muito beneficiado com o possível bull market.

Sushiswap (SUSHI)

Também parte de uma DEX (exchange descentralizada), o token SUSHI está recebendo bastante atenção. A plataforma ajuda na negociação de tokens com facilidade, e permite a troca fácil e rápida de tokens por meio de seu DEX. Os usuários também podem fazer staking (ganhar renda com criptomoedas da carteira), pedir emprestado ou emprestar ativos na plataforma.

Ano passado, a SushiSwap passou por uma fusão com a Yearn.finance, uma das plataformas mais relevantes de finanças descentralizadas. Isso acabou trazendo muito mais credibilidade à plataforma e, consequentemente, mais usuários também. Observe o crescimento gradativo de usuários da plataforma, de setembro de 2020 até agosto deste ano:

A criptomoeda nativa SUSHI já acumula uma alta de 300% no ano e, como você já deve ter adivinhado, esse crescimento pode ser ainda maior nos próximos meses.

Aave (AAVE)

Por fim, a Aave, que também é um protocolo de finanças descentralizada que permite que as pessoas emprestem e obtenham empréstimo de criptomoedas, se mostra um investimento muito promissor para aproveitar o iminente bull market cripto.

No ano, a AAVE, token nativo do protocolo, valorizou cerca de 325%. No mês, esse valor é de impressionantes 22%:

Preço da AAVE, no mês (Fonte: CoinMarketCap)

Claro, apesar destas criptos estarem “se dando bem” com as altas, o maior beneficiado continua sendo o investidor, que pode aproveitar para buscar valorizações extraordinárias ainda este ano. 

Existem 8 mil criptoativos no mercado… saiba como encontrar moedas com maior potencial de retornos exponenciais

Todas as informações acima podem ter despertado em você, investidor, o desejo de investir em criptomoedas e aproveitar toda essa tendência extraordinária de alta. Não te culpo– eu também estaria pesquisando agora mesmo as melhores alternativas para investir nesses ativos.

Claro, nem tudo são flores. Existem, hoje, mais de 8 mil ativos no universo cripto, a maior parte deles já disponíveis em exchanges para qualquer investidor comprar. Este é um mercado extremamente acelerado: a cada dia, novos conceitos, teses, tendências ganham e perdem relevância. Sem contar que não existe horário de fechamento deste mercado– ele opera 24 horas por dia, 7 dias na semana. 

É importante você saber que no meio desse “bolo” existem dois tipos de  criptomoedas:

  1. Existem criptoativos promissores, com bons fundamentos, boa governança e que trazem de fato inovações tecnológicas com potencial para mudar mercados inteiros e construir fortunas. 
  2. Mas também existem golpes, pirâmides, “memes” e projetos sem qualquer fundamento. É possível que eles até entreguem retornos positivos em determinado período, mas pode ser que, quando o “oba-oba” passar, eles virem pó. 

O André Franco enxerga as criptomoedas como uma nova classe de ativos, assim como ações, títulos públicos, ouro ou dólar. Na sua visão, vale a pena ter uma parte do seu capital alocado em criptomoedas. Mas não qualquer criptomoedas. Quem preza pelo próprio dinheiro e investe com responsabilidade, busca criptoativos com fundamentos.

Para separar o joio do trigo e escolher boas criptomoedas para investir, é necessário estar imerso neste universo, acompanhando as notícias do mercado financeiro tradicional e do mercado cripto. É preciso ler relatórios, acompanhar teses, reafirmar ou desmontar posições em determinados ativos constantemente.

Para aqueles que não trabalham com investimentos, fica extremamente difícil acompanhar todas estas movimentações do mercado. Fica difícil entender a fundo novos protocolos cripto se, das 9h às 18h, você concentrar seus esforços em outras atividades.

Investindo com a ajuda de um especialista que acompanha as movimentações sábados, domingos e feriados, você tem a chance de se expor a esse mercado extremamente lucrativo e aproveitar as possíveis altas, sem precisar se preocupar constantemente com o que está acontecendo com os criptoativos.

E é aí que André Franco, analista da Empiricus, entra no jogo. É exatamente isso que ele faz da vida: mergulha em análises do mundo cripto, separa o joio do trigo e busca criptomoedas que ainda estão passando debaixo do radar da maioria dos investidores, mas que possuem um potencial explosivo de valorização.

André, inclusive, recomendou a criptomoeda AXS em janeiro deste ano, quando mal se falava do jogo Axie Infinity. Observe a data de publicação do primeiro relatório que Franco disponibilizou aos seus leitores, recomendando a compra do token: 

Caso você tivesse lido o relatório e comprado a criptomoeda no dia 29/01/2021, a valorização que você teria visto até hoje seria de 19.179,07%. É uma multiplicação de quase 200x, algo completamente extraordinário para seu patrimônio.

Claro, que há moedas com valorizações maiores, outras menores e há também aquelas que dão prejuízo. O que importa é que a carteira recomendada do analista já entregou 3.109,85% de lucro aos seus leitores desde o começo de sua série Exponencial Coins, criada no final de 2017. 

Claro, ganhos passados não garantem lucros futuros, mas o André Franco está constantemente buscando novas oportunidades de investimentos em cripto para seus seguidores. Neste ano, o analista já abriu para seus leitores uma série de projetos ambiciosos, separando indicações como as 5 Criptomoedas para buscar R$1 Milhão, com ativos que já valorizaram mais de 400% nos últimos 3 meses; e as Smartcoins para buscar R$2 Milhões— com uma delas entregando mais de 13.000% de crescimento em 2021. 

Agora, em novembro, com a esperança de que o Bull Market esteja diante de nós, Franco apresentará uma nova oportunidade no final do mês. Para receber a oportunidade e mais informações sobre ela em primeira mão, basta você se cadastrar gratuitamente neste link.

Com todo histórico de valorização acima, me parece quase impossível você não aceitar este convite. Só te peço para que tome sua decisão e corra: esse bull market iminente pode fazer a próxima geração de criptomilionários– e você tem a chance de ser um deles.