E aí? Vale a pena entrar ou não?

IPO Raízen

A entrada da Raízen, joint venture entre Shell e Cosan (CSAN3), dona do quarto maior faturamento do Brasil, na bolsa de valores, é uma das mais aguardadas pelo mercado em 2021.

É praticamente impossível prever como o mercado vai se comportar na estreia de uma ação na bolsa.

O ativo pode se valorizar rapidamente, como aconteceu recentemente com a SmartFit (SMFT3), ou recuar e perder valor de mercado, caso da também recém-estreante 3tentos (TTEN3).

A Raízen foi constituída em 2011 como uma joint venture entre a Cosan, holding brasileira com atuação nos setores de energia, açúcar e álcool e logística, e a petroleira anglo-holandesa Shell.

Segundo os balanços financeiros, a Raízen é a quarta maior empresa brasileira em faturamento, com uma receita anual de R$ 114 bilhões.

1- A cadeia de valor sucroalcooleira (área industrial que produz álcool e derivados da cana-de-açúcar)

2- A distribuição de combustíveis no varejo

O negócio da Raízen está focado em duas grandes áreas:

“É uma empresa que promete andar bem na Bolsa, pois tem uma operação espetacular, tocada por uma equipe brilhante”, afirma Felipe Miranda, estrategista chefe da Empiricus

Acesse o relatório sobre RAIZ4

A empresa se alinha com uma nova concepção de investidores, especialmente europeus, que é a de incentivar atividades que zelem pelos princípios do ESG (governança, social e ambiental).

“É um case ESG, uma pauta bem europeia. Por isso, o IPO deve trazer muitos investidores estrangeiros”, diz Felipe. Diversos bancos de investimento de fora do país estão envolvidos na oferta de ações.

Serão ofertadas, inicialmente, cerca de 810 milhões de ações preferenciais da Raízen, com preço estipulado entre R$ 7,40 e R$ 9,60.

Segundo o prospecto de abertura de capital, os recursos captados serão usados para três finalidades:

Construção de novas plantas para produzir e comercializar combustíveis renováveis (80%);

1ª Finalidade

Investimento em infraestrutura de armazenagem e logística para o crescimento da operação de açúcar e álcool (15%);

2ª Finalidade

Investimento em eficiência e produtividade nos parques bioenergéticos (5%).

3ª Finalidade

As ofertas públicas iniciais de ações costumam mexer com o mundo dos investimentos porque trazem variáveis novas que ainda não estão absorvidas pelo mercado.

Felipe Miranda, cuja carteira de ações subiu quase 600% desde 2015, está disponibilizando gratuitamente um relatório com sua opinião sobre entrar ou não na oferta.

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